Cari Mello SBN entrevista Rowney Furfuro Atlas Lipicast

“Nós devemos fazer as coisas, não porque vai dar certo. Mas porque vale a pena!”

Esse é o mote de uma entrevista onde Cari Mello e Rowney Furfuro expressam as suas ideias sobre os cuidados com o ser humano. Numa abordagem inicial sobre as adversidades que podem surgir agregadas ao diagnóstico de uma malformação congénita como a fenda/fissura palatina, os temas sucedem-se de forma natural e sobrevém os conceitos de uma sociedade nova, baseada numa convivência generosa e abundante de amor e relevância nas relações. Cari e Rowney são dois Netweavers que acreditam numa economia sustentável, altruísta, onde a reciprocidade assíncrona pode tornar as redes de colaboração e convivência em redes de trabalho biunívocas, sem deixar de ser plural. Fazer o bem. Partilhar conhecimento e doar sorrisos. Em algum momento toda esta energia positiva, tornar-se-á recíproca. Mesmo que não seja pela via por onde foi canalizada, como no ciclo da água, a chuva traz de volta cada gota de suor evaporado no trabalho de construção de um mundo melhor. 

As pessoas que tem uma causa e lutam por ela, tendo sempre o propósito de dar ao próximo, acabarão por perceber que o teorema do amor, não é apenas um versículo de um qualquer livro dogmático. Afinal é mesmo dando que se recebe. 

O Atlas Lipicast e a SBN ligam-se pelo propósito de conjurar, ante valores espúrios de uma sociedade autofágica, por uma sociedade fraterna.